segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Bom dia, flor do dia.

Bom dia, pessoal!

Ok, antes de explicar a razão pela qual eu estou acordada e de bom humor postando em uma manhã nublada de segunda-feira, gostaria de fazer uma breve observação.

No último post, um bando de gente quatro pessoas comentaram. Embora eu tenha obrigado cada uma delas a comentar, acho, eu gostaria de agradecer pelos comentários. Estranho, mas eu fico feliz até demais com eles. E, pra quem leu os comentários, fica pra outro dia a história da macumba online.

Meu valeu para: Ana Pê, Mo (Rosemary), Laura e Chede.


MAS VAMOS AO POST DE HOJE!

Bom dia, amigos da rede globo. Eu estou aqui, nessa manhã ~CINZENTA, FEIA E NUBLADA~ de segunda-feira, acordada e em casa. Acordada. Deixa eu explicar: como eu só tenho aula à tarde na segunda, durmo até bem tarde; mas não, hoje não. A Arantxa não precisa se recuperar da viagem desastrosa que fez à Aparecida do Norte. A Arantxa adora acordar cedo. E é por isso que ela vai acordar às sete da matina para ir fazer trabalho no colégio.

Mas tudo bem — não, tudo melhor ainda —, porque foi ela que marcou o trabalho.

É, acho que assim não dá pra sentir tanta raiva. Eu e as meninas vamos fazer um trabalho de química, algo sobre leis e gases. Le Chatelier, Charles e Boyle-Mariotte estão no meio, com certeza.

Então (eu tive que procurar pra ver se não tinha dito 'então' nenhuma vez. Não tinha. Cara, isso é quase um milagre!), a razão verdadeira de eu ter feito esse post é pra falar sobre

► minha viagem desastrosa à Aparecida do Norte e

► minha ratinha nova, a Soraya Magda.


SOBRE A VIAGEM
o relato digno feito por uma adolescente de 16 anos
(eu sugiro que você pule isso)

Em uma palavra: desastre.

Em duas: completo desastre.

Em três: até que divertida.

Bom, a coisa foi assim: eu, minha mãe, meu pai e meu irmão chegamos, felizes e saltitantes, ao lugar onde o povo todo estava se reunindo pra viajar ou o escambal. Entramos no ônibus. Os farofeiros na nossa frente reclamavam que a poltrona estava fedendo. Descemos do ônibus. Esperamos duas horas até que o ônibus voltasse da limpeza. Fomos pra Aparecida viagem de ~SEIS HORAS~, mano, e concluímos que lá é sujo, desorganizado, blábláblá nhemnhem. Resumindo, eu fiquei em pé durante a missa inteira, sem mudar de posição, o que ferrou com meus pés. daí, fomos olhar as dependências da basílica e tal, e depois andamos por aquela passarela em que o povo anda de joelhos, pagando promessa. Nada do lado de lá. Voltamos. Compramos aquelas velas grotescas de dois metros e fomos colocar na capela das velas, a minha quebrou e eu quase ateei fogo em uma mulher que estava passando, que me ajudou; eu pedi que conseguisse terminar meu livro. Andamos pra lá e pra cá, achamos um McDonald's, comi meu McCheddar sem cebolas e voltamos para o ônibus, fomos almoçar e voltamos pra casa. Estou sem paciência pra contar as partes divertidas, então resumirei a dois pontos: Márcio e "FALA QUE NEM HOMEM!" "PORRA, CARALHO!" (voz grossa) "Porra, caralho!" (voz fina).


SOBRE A RATINHA
Soraya Magda, a hamster
ou
a Mulher-Aranha dos roedores
ou
o fantástico rato-elástico

Ok, deixa eu dizer: Soraya Magda. Talvez eu diga bastante esse nome aqui, porque ela é a ratinha que meu pai comprou no intuito de fazer companhia ao Lico, meu outro rato.

Eu sei que você deve se perguntar por que eu digo rato e não hamster, e eu respondo: porque é mais simples e divertido.

Enfim, a Soraya. Ela é bem pequenininha, tipo assim, só tem três dois meses. Quando eu digo pequena, quero dizer ÜBER PEQUENA. Tipo muito mesmo. Ela tem o comprimento do meu dedo mindinho. A cor do pêlo dela é marrom escuro, quase preto, parecido com o Malagueta. Agora, deixe-me dizer uma coisa: ela é bem medrosa, talvez por ser novinha. Nós descobrimos isso quando meu pai, querendo "apresentar" a nova inquilina ao Lico, colocou a Soraya dentro da gaiola dele — e ela, coitada, começou a subir pelas paredes. LITERALMENTE. A Soraya escalava tudo, e nisso é igualzinha ao falecido Malagueta, mesmo. Ficou desesperada, a pobrezinha. Eu falei pra tirarem ela dali, porque aquilo não era circo, e colocaram a Soraya de volta na própria gaiola.

Mas não, isso não é tudo! Nós descobrimos que ela consegue passar por entre as grades da própria gaiola. Ou seja, ela foge o tempo inteiro. Quer alguém mais parecido com o Malagueta? Não, impossível. Mais parecido com ele, só ele mesmo. Mas o problema atual é que está frio aqui em Juiz de Fora, e a Soraya ainda não tem casinha pra poder se enfiar. Temos que comprar uma.

Ela é tão fofinha, Jesus. E já gosta de brincar naquela rodinha para ratos.


Mas acho que já enchi suficientemente o saco de vocês com os meus relatos sobre a viagem e a Soraya Magda. Ah, não, espera. Eu não contei como arrumei o nome dela. É o seguinte: no ônibus de volta pra Juiz de Fora, estávamos cantando uma música que era assim:

Soraya, Soraya, aquela que te deu na praia
Soraya, Soraya, aquela que te deu na praia

(ok, o resto eu esqueci)



Há, e a música era assim. O Márcio estava cantando isso no ônibus, e eu e a minha mãe desatamos a cantar isso o tempo inteiro (talvez depois um post para que vocês conheçam a minha mãe -q), o que resultou em chamar a ratinha de Soraya. Magda é porque nome de novela mexicana sem ser composto não dá, né.

Agora, só falta uma foto da Soraya e do Lico pra vocês verem. Talvez, quando a minha câmera resolver voltar do inferno.


Um queijo e uma boa segunda-feira.

sábado, 6 de novembro de 2010

Sobre nada e alguma coisa.

Oi, gente. Vou tentar ignorar o sentimento estranho que estou sentindo e o ódio de ter que viajar pra uma cidade odiosa agora pra fazer um mini-post.

O post vai se resumir a alguns poucos tópicos.


► "Pior que ficar triste é essa sensação de vazio."  Quem disse essa frase foi o PJ, desse blog. E isso define bem pacas o que eu estou sentindo agora, porque sei lá.

► Eu nunca vou entender a mente das pesoas. Sério. Nunca mesmo. Aliás, eu só costumo gostar de pessoas cuja mente eu não consigo compreender, e isso deve significar alguma coisa, se não um terrível masoquismo.

► Esse é o blog do Zay. E, não sei por que, eu me sinto muito como ele em alguns dos posts mais livres que tem feito.

 E fim. Ah, não: odeio Aparecida do Norte. Agora sim, fim.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Entrevistando a galera

Bem, a pedidos... Oi, Jackson.

Então, queridas pessoas que lêem esse blog, sinto-lhes dizer que esse hiatus (= tempo sem postar rs) não foi um adeus. Deus me livre! Eu simplesmente estive ocupada demais com provas, trabalhos, provas, cinema, provas, estudos, provas, escrever meu livro e provas. Nem preciso dizer que a escola está tomando a maioria do meu tempo livre, né, embora sempre que eu entrasse na internet viesse aqui só pra dar uma olhadinha ou outra... sem nenhuma idéia pra fazer um post decente. Aliás, só com idéias reflexivas demais, e acho que todos concordamos que é bom rir de vez em quando, também. Minhas idéias para fazer listas também não estavam lá muito boas, então resolvi poupá-los da mediocridade que seria se eu tivesse feito alguma. Mas esperem, esperem! O ano está quase acabando, e logo que eu entrar em férias os posts serão constantes.

Er, assim espero.

Já que eu estou há um bom tempo sem postar, resolvi pesquisar com as pessoas online no msn alguns transeuntes sobre qual seria o melhor assunto para esse post. Eis o que me disseram os entrevistados:

Entrevistada: Babs
Pergunta: qual seria um assunto interessante/engraçado para postar em um blog?
Resposta: posta seu amor por mim.
Réplica da autora: eu não!
Réplica da entrevistada: seu amor pelos meus peitos!
Réplica da autora: eu não! E EU LÁ FICO OLHANDO PROS SEUS PEITOS?
Réplica da entrevistada: A MAIORIA DAS PESSOAS FICA.

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Entrevistada: Kamila Tostes
Pergunta: qual seria um assunto interessante/engraçado para postar em um blog?
Resposta: video game, ou coisas que falam sobre o apocalipso.
Réplica da autora: é uma boa. Apocalipso é sempre bom.
Réplica da entrevistada: é só o que tem na minha mente esses dias. VOCÊ PODE DIZER QUE O CALIPSO CHEGAR A FAMA NACIONAL ERA UM DOS 99 SELOS (?)
Réplica da autora: NOSSA QUE MEDO HEIN. O PIOR É QUE FAZ SENTIDO E
Réplica da entrevistada: SIM. E FALAR EM CAPS É MUITO EMOCIONANTE.

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Entrevistada: Chelsea
Pergunta: qual seria um assunto interessante/engraçado para postar em um blog?
Resposta: o sofrimento do povo do terceiro ano prestando enem. #falei
Réplica da autora: ok, registrarei.

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Entrevistada: Bianca
Pergunta: qual seria um assunto interessante/engraçado para postar em um blog?
Resposta: sexo HEHEHEHEH
Réplica da autora: SFALKSAFJSFAÇKLFSJLJSFALKÇSAFJKL (= risada estranha)
Réplica da entrevistada: lógico, todo mundo gosta.
Réplica da autora: euri.
Réplica da entrevistada: mas é verdade.

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Entrevistada: Lubs
Pergunta: qual seria um assunto interessante/engraçado para postar em um blog?
Resposta: ah, sei lá.
Réplica da autora: tenta, Lubs.
Réplica da entrevistada: olha isso.
Réplica da autora: WTFFF

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Entrevistada: Dandy
Pergunta: qual seria um assunto interessante/engraçado para postar em um blog?
Resposta: as cores que podemos ver numa cidade grande. *pensativa*
Réplica da autora: -q

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Entrevistada: Ana Pê
Pergunta: qual seria um assunto interessante/engraçado para postar em um blog?
Resposta: hm... Harry Potter 7?
Réplica da autora: ISSO! Valeu, amor.
Réplica da entrevistada: HAUAHAUHAUA de nada.


Sinceramente? Eu ri mais com a entrevista do que com os assuntos em si. E acabou que deu um post até legalzinho, né? NÉ? E eu ainda achei a pérola da capa de invisibilidade do Harry Potter à venda. Sai, Lubs, eu é que vou comprar. E a minha lover, como sempre, teve uma idéia digna pra um post (veja o blog dela aqui).

Harry Potter 7. Harry Potter e as Relíquias da Morte, parte I. Se você é tão fã de Harry Potter quanto eu, está esperando por essa data há um bom tempo — desde que terminou de ler o livro, suponho. E, finalmente, a data chegou (embora tenham mudado a data de estréia da parte dois de março pra julho do ano que vem, dorgas). E EU VOU NA ESTRÉIA! Isso mesmo, senhoras e senhores. Estréia. De ingresso comprado e tudo o mais. E nem venha com aquela história de “fã mesmo vai em pré-estréia, bluhbluh nhem nhem”, porque pessoas que tem aula o dia inteiro não podem fazer isso, beleza? Ok, até podem, mas ficariam cansadas demais para assistir à aula de matemática no dia seguinte.

Enfim. Eu, como fã declarada de Harry Potter desde, sei lá, a segunda série, resolvi fazer uma coisa diferente nessa estréia. Minha idéia foi fazer uma camiseta com (dã) o símbolo das relíquias da morte para usar no dia. E depois. Comprei a camiseta, e agora só falta a canetinha para tecido, uma régua e força pra não errar. Assim que eu fizer e consertar minha câmera, tiro uma foto e coloco aqui, pra vocês verem como ficou. E também pretendo fazer um diário do dia da estréia de Harry Potter, que postarei aqui no dia seguinte.

É, acho que já falei demais. Então até mais, colegas. Boa sorte nas provas de vestibular e fim de ano!


P.S.: eu vou viajar pra Aparecida do Norte amanhã, que coisa terrível. Terrível, terrível, terrível. Até um índio faria um programa melhor.